Consolidação da estratégia de opções 2019-03

Já na nova corretora, não tenho visto muita vantagem em contar com um assessor, o escritório me fornece relatórios de investimentos de todas as casas (basta solicitar) e operações estruturadas caso eu tenha interesse porém não vi muita vantagem em estruturadas uma vez que a ideia é possuir o ativo e ter em carteira “para sempre” caso algum imprevisto aconteça, essa foi a principal razão de mudar o ativo dos lançamentos, é algo que ainda preciso estudar.

Como comentado em posts anteriores, aumentei minha posição em ações, a ideia é ter um “salário” (lembra da tal da terceira linha?) extra mensal com os prêmios das opções, para isso, preciso vender sempre acima do preço médio do ativo.

Vamos aos movimentos.

Primeiro movimento foi a “realocação/troca” da operação do mês anterior, nada de novo.

Segundo movimento, o resgate do multimercado foi pago e eu aportei em mais ITSA.

Terceiro movimento, recompra das opções fechando com chave de ouro.

A rentabilidade foi “afetada” pela segunda operação pois ela já estava praticamente na metade de da Theta. Ainda assim, a primeira operação teve um retorno bruto de 2,6% enquanto a segunda operação um retorno de 1,3%. As operações em conjunto dariam um retorno bruto de 1,9%. O retorno liquido da operação fica em torno de 1.5% após custos e IR.

Não cumpri a meta de 2% ao mês porém fui agraciado no dia seguinte com o lançamento da nova serie, consegui realizar a venda na máxima do dia, antes da noticia do presidente barrar o aumento da PETR e a bolsa despencar. Tal lançamento garantiu 2,95% bruto para o próximo mês ou algo em torno de 2,5% liquido.

Consolidação da estratégia de opções 2019-02

E não é que acabei esquecendo de postar o fechamento do exercício passado?

Por isso, vamos direto aos movimentos realizados de forma resumida utilizando o software IRPFbolsa.

A ideia de realizar menos operações e assim gastar menos tempo com tomadas de decisão começou a ser implantada. Realizamos também a experimentação do lançamentos de PUT que foi algo novo.

Como é possível verificar, três movimentos foram realizados. Movimentos ATM tentando priorizar o prêmio.

Na data de exercício, fomos exercidos na CALL da CMIG e não fomos exercidos na PUT de ITSA.

Em minha consolidação, cheguei ao rendimento de R$ 1.519,90 para um valor investido de R$ 41.700,00. Em percentuais estamos falando de 4,3% bruto (antes do IR) ou 3,6% liquido.

A ideia para o próximo vencimento será mudar o ativo e a corretora, para tentar ter o suporte de um assessor e certa “segurança” em um ativo mais “confiável” pois estarei migrando toda minha carteira para ações.

Fechamento Março 2019: R$ 126.243,88 (-R$ 3.428,22 ou -2,64%)

Mais um fechamento, porém o primeiro negativo, não foi desvalorização dos investimentos ou algo relacionado a eles, simplesmente precisei pagar umas contas que ja estavam planejadas a algum tempo. Resolvi comprar um PC e os gastos do AP continuam influenciando os fechamentos.

A troca de corretora está sendo interessante do ponto de vista de conhecimento/produtos do mercado. Por exemplo saiu uma análise de uma “IPO” de um FI e bastou solicitar ao meu assessor que o mesmo compartilhou comigo.

O sentimento de pagar 20 por ordem não está doendo tanto, talvez na apuração dos resultados as opções eu tenha um sentimento mais doloroso.

Vamos aos números.





Também irei acompanhar as “três linhas” que são renda ativa, despesas e renda passiva para de certa forma começar a analisar o quão financeiramente independente eu sou.